Monday, March 31, 2008

New York, New York…

 

“…it’s a wonderful town:
the Bronx is up
and the Battery is down.”

(canção do filme “On the Town”, de 1949, com os meus adorados Frank Sinatra e Gene Kelly)


Oh yes it’s, m’am!


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Sunday, March 23, 2008

Intervalo…

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Friday, March 21, 2008

A má educação

Nos últimos dias, nos media nacionais, noticiou-se a proibição das raças de cães consideradas perigosas e os actos de violência de alunos contra professores.

Para mim, tanto um como outro são resultado da MÁ EDUCAÇÃO. Porque as crianças e os adolescentes, tais como os animais, educam-se!

Se um cão morde uma pessoa, abate-se o cão! Se um aluno agride um professor… abate-se o aluno??? Não?! Ah não… mas já que não se abate, bate-se! Porque aquela adolescente histérica que agrediu a professora, porque ela retirou-lhe o telemóvel durante uma aula, merecia uma tareia! E os pais também!!! Porque fazer filhos é fácil, mas educá-los é difícil. E actualmente é notória a incapacidade da maioria dos adultos para educar as crianças. E essas crianças mal-educadas de hoje serão os adultos -mal-educados!- de amanhã.

Por essas e por outras, é que entre um Dobermann ou um Rottweiller e aquela adolescente histérica, eu prefiro o cão. É que o cão eu ainda consigo (re)educar, agora aquela adolescente histérica… bem, só enfiando-lhe o telemóvel pela goela abaixo!

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Thursday, March 20, 2008

Para quê?!

Hoje, passados cinco anos do início da guerra do Iraque, certamente muitas pessoas se interrogarão, mais do que POR QUÊ… PARA QUÊ???

Hoje, passados cinco anos do início da guerra do Iraque, depois de um país destruído, de milhares de vidas perdidas, entre iraquianos e americanos, e demais nacionalidades envolvidas no conflito…

Hoje, passados cinco anos do início da guerra do Iraque, as palavras de Norman Whitfield e de Barrett Strong continuam actuais: “War! What is it good for? Absolutely nothing!”

alt : http://www.youtube.com/v/5DIp7ew_z8I&hl=en

“WAR” - versão de Bruce Springsteen (de 1985) da canção de Edwin Starr (de 1969), originalmente uma canção de protesto contra a guerra do Vietname.

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Wednesday, March 19, 2008

ADENDA ao post anterior

Como se não bastasse o exemplo referido no post anterior, na mesma noite vi (em ‘reprise’ na RTP África) uma outra edição do referido concurso.

Então eis uma pergunta para 250 euros:

Qual o nome do vocalista do grupo The Smiths?
a) Shane MacGowan
b) Frank Black
c) Steve Morrissey
d) Damon Albarn

Mas… vá lá… o concorrente, um moço da minha geração, não hesitou e respondeu de imediato!

De qualquer modo, para mim, isto são perguntas fáceis… assim é fácil ser milionário!!!

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Eu quero ser milionária!

Sempre que vejo o concurso “Quem quer ser milionário?”, digo “EU!”

Sempre que vejo certas perguntas e certas respostas, e certos concorrentes, tenho ideia que EU poderia ser MESMO milionária!

Na última edição só não me atirei para o chão, esperneei e gritei porque… Então eis uma pergunta para 25.000 euros:

Qual destes actores é o vocalista da banda 30 Seconds to Mars?
a) Leonardo di Caprio
b) Colin Farrell
c) Keanu Reeves (acho eu…)
d) Jared Leto

Mas isto é pergunta para 25.000 euros??? VALHA-ME BASTET!!!

A concorrente, hesitou, hesitou, hesitou… e, não convicta, optou pela hipótese D…

Há gente com sorte!!!

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Tuesday, March 18, 2008

The SIR and the TRAMP

Na falta de notícias ‘interessantes’ sobre as eleições norte-americanas, tenho andado entretida com a ‘telenovela’ (the saga, como dizem os media britânicos) do divórcio de Sir Paul McCartney e a sua ‘quase’ ex-esposa, Heather Mills.

Nunca entendi porque um homem como o Paul McCartney casa com uma mulher como a Heather Mills… mas parece que “o amor tem razões que a razão desconhece”…

Até eu, que vejo mal, vi que a senhora era uma oportunista, ou o que ultimamente se designa por ‘alpinista’. E a Stella McCartney também viu isso. Eu não podia alertar o Paulzinho, mas ela podia e fez, mas o Paulzinho, talvez acometido por uma crise de idade, não fez caso e agora… agora paga e cala!

Mas o que realmente nunca entendi é o seguinte: como é que um homem com a fortuna do Paul McCartney não fez um acordo pré-nupcial??? Mas no caso de ter feito, porque não fez um acordo pré-nupcial DE JEITO??? Ó Sir, desculpa, mas até eu que sou pobrezinha, se casasse fazia um acordo pré-nupcial… 

Ontem a ‘ainda’ Senhora de McCartney dizia: “I’m very, very, very pleased with the result.” Pudera! Eu também estaria se recebesse cerca de 25 milhões de libras!!! No entanto a ‘ainda’ Senhora de McCartney já não está ‘very, very, very pleased’ com a decisão do juiz de tornar o caso público. Isto não tem que ver com o facto de serem celebridades mas sim com o facto de este caso poder servir de exemplo para futuras situações de partilha de património após casamentos de curta duração. É que o casamento de Paul McCartney e Heather Mills durou menos de quatro anos, no entanto a fortuna do músico foi construídas muito, muito, muito antes! Ainda a modelo não era nascida!!! 

Paulzinho, é caso para dizeres: “Oh woman, why, why why?”*

PS: Ninguém conhece um sexagenário (ou mesmo septuagenário!) rico, de preferência viúvo??? Ai davam-me tanto, tanto, tanto jeito uns milhões de euros (também aceito libras e dólares…)

* “Oh Woman, Oh Why”, canção de Paul McCartney de 1971.

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Monday, March 17, 2008

Confesso que vivi…

No fim de semana, num excelente jantar, eu e o meu querido A. fizemos uma ‘viagem’ pela nossa vida.

Por questões ‘logísticas’, eu e o A. estivemos afastados durante alguns anos. Mas esse afastamento foi apenas físico, porque espiritualmente continuámos juntos (Ai que lindo! Isto ainda devem ser os efeitos secundários do licor misturado com o vinho…)

Eu e o A. conhecemo-nos desde sempre e num certo momento tivemos a sensação que éramos um daqueles casais que já estão juntos há muitos anos, em que um completa as frases (e, quiçás, os pensamentos!) do outro. Mas é engraçado (e também estranho…) quando nos apercebemos que a maior parte das nossas memórias são as mesmas. E chegamos à conclusão que elas -as nossas memórias- são o nosso tesouro, são aquilo que afinal nos torna especial… E, sim, já podemos dizer que… VIVEMOS! Oh se vivemos!!! Mas queremos continuar a viver e a coleccionar memórias.

Por isso, para ti, aqui fica o ‘tal’ clássico…

alt : http://www.youtube.com/v/YX-Ru1XkNZc&hl=en

* “Confieso que he vivido”, titulo original do livro de memórias de Pablo Neruda, editado póstumamente em 1974.

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Friday, March 14, 2008

 

Con la ayuda de un alfiler
cuelgo en la pared
tu estancia en otro país
esos viajes que
nunca hiciste sola
pero sí sin mí

Me miras y es fácil
decir que el pasado ya pasó

Y lleno mi habitación (de ti)
de nuevas fotografías
en las que siempre falto yo

De Italia a Escocia
pasando por Paris
Biarritz, Varsovia
…seis noches en Sebastopol

Nunca he amado así
Nunca he renunciado a ti…

Colección privada
en blanco y negro eterno
Colección privada
mi más preciada posesión

Privada,
como mi forma de llorar,
como mi forma de esperar

(“Colección Privada” - MIKEL ERENTXUN)


Quem quiser ouvir, é só clicar no player…

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Colecção Privada… *

 

Em conversa com a HIERRA, e a propósito do MIKEL ERENTXUN, ‘recuperei’ uma canção que adoro… e lembrei-me de uma história.

Há muitos-muitos-muitos anos, o Mikel Erentxun veio a Lisboa promover o seu primeiro disco a solo (“Naufragios”) depois da separação dos Duncan Dhu.

O meu amigo A., que trabalha nos media, conhecia uma pessoa na editora que representava o Mikel em Portugal e, como quem não quer a coisa, nessa tarde convidou para tomar café e apresentou-me o jeitoso do basco. E nessa noite fomos ao Paradise Garage (em Alcântara) assistir à apresentação ao vivo do disco. O espaço era pequeno, pelo que eu fiquei mesmo encostada ao palco.

Na presença de um público maioritariamente português, e sendo eu uma das poucas pessoas presentes que conhecia as suas canções, o basco decidiu presentear-me  ofertar-me a palheta da sua guitarra.

No final do concerto, estava eu (ainda encostada ao palco) na conversa com o A. quando o manager do Mikel veio ter comigo e dizer-me que o jeitoso do basco queria convidar-me para beber algo no backstage. Eu fiquei com cara de parva e o A. com cara de chateado. Eu ainda disse para ele vir comigo mas ele preferiu ficar no bar…

Eu fui, bebi algo (não me lembro o quê… mas deve ter sido “Cointreau” com sumo de ananás, que era a ‘minha’ bebida da época), conversámos e… eu voltei para junto do meu amigo A.!

O resto não interessa… faz parte da minha colecção privada!

* “Colección Privada” é uma canção do album “El Abrazo del Erizo” (1995)

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